O filme é pesado, mas a trilha sonora, mesmo melancólica é suave... O estilo é "música caipira america" de raiz, com bastante banjo e vocais arrastados. Tem momentos gospel e momentos orquestrais.
Para quem assistiu o filme, com certeza alguns momentos do mesmo voltam à mente ouvindo o CD.
Bom para ouvir quando sua alma está melancólica.
Endereço para comprar na SomLivre.com.
PS: Tem uma banda em Porto Alegre chamada trem27 cujo estilo (bluegrass) é bem próximo à trilha do Could Mountain. Vi os caras tocando no Bric da Redenção e comprei o CD que eles estavam vendendo no local. Pena que poucas músicas tem vocal, já que a voz e pronúncia dos caras é muito bacana.

Chandra Kandi, nossa Lhasa-Apso de Ciudad del Leste está mais próxima de suas verdadeiras raízes biológicas.
Eu sempre achei que ela tinha um pedaço de DNA de gato, notadamente pela sua cara de leãozinho e principalmente pelos fios de bigode pontiagudos, que só os felinos possuem.
Mas agora está tudo comprovado: a Chandra só aceita ração para gatos, e quando misturo a ração de gato com a ração canina, ela escolhe grão por grão e só come a ração de gato.
Perguntada sobre o porquê dessa atitude Chandra Kandi respondeu: Miauuuuu.

A Chandra não se deu bem com a comida de gato. Ela teve uma gastroenterite violenta e já fazem dois dias que ela está internada na clínica veterinária Mundo Animal.
Hoje de tarde nós pensávamos que ela iria receber alta, mas como vomitou novamente eles resolveram mantê-la em observação e no soro.
Gatsy nunca mais...

A Chandra não se deu bem com a comida de gato. Ela teve uma gastroenterite violenta e já fazem dois dias que ela está internada na clínica veterinária Mundo Animal.
Hoje de tarde nós pensávamos que ela iria receber alta, mas como vomitou novamente eles resolveram mantê-la em observação e no soro.
Gatsy nunca mais...

Chandra Kandi teve alta hoje de sua gastroenterite.
Ela ainda está sob cuidados e com alimentação especial:

Perguntada sobre como foi sua experiência em ter comido a comida de gato, Chandra Kandi respondeu rosnando: "Cats sucks!"
Você sabe o que é bordão? Bordão é aquele frase que cai no gosto popular e passa a ser repetida por todos, centenas de vezes até encher a paciência do cidadão.
Alguns exemplos de bordão: "Ninguém merece" (acho que quem começou esse foi a Cicareli nos comerciais da Telefônica), "Tem pai que é cego" (do programa Zorra Total, que na verdade é o campeão dos bordões), e etc..
Eu adoro bordões. Mas só gosto daqueles que eu invento, ou dos meus amigos. Quem já conversou comigo teve que aguentar o já famoso "Ah, é assim que funciona!" e outros que eu não lembro mais. Isso que é bom dos bordões: eles vêm e vão... Estou no momento divulgando o bordão do Cholly que é o simpático: "Gostei de ver!", e o "Já que tá, que vá" da Ana Cláudia.
Então aí vai. O novo bordão do momento: Sapo, amanhã!. Esse bordão pode ser usado da mesma maneira que o "Ninguém merece", ou seja, quando alguém está reclamando de alguma coisa.
Esse bordão apareceu em um sonho estranho que eu tive essa noite. Eu me vi escutando FM em uma caminhonete e sintonizei em uma música na qual uma voz parecida com o Renato Russo cantava no refrão: "Sapo, amanhã...". É lógico que quando eu acordei corri para gravar a melodia e a letra no meu telefone celular. Depois verifiquei junto ao Google se o "Sapo, amanhã" já existia em alguma letra da Legião, ou se já era usado como um bordão. Como deu tudo limpo, estou me apossando dele agora.
Que você não venha falar que inventou ele antes. Sapo, amanhã...
E continua a saga do emagrecimento...
A rodada dessa semana indicou que eu e o Peter não perdemos nada de peso durante essa semana. Sapo, amanhã... Eu continuo nos 92 e o Peter nos 91...
O Peter encarou 3 vezes nessa semana o Pizza Hut (e quer emagrecer como???), e eu, na fase 2 da Dieta de South Beach estou me permitindo algumas frutas e carboidratos na forma de pão integral e aveia.
Na verdade estou comendo muito (carnes e saladas em profusão) e tenho que malhar mais se quiser tirar mais 5 quilos. Acho que essa é a fase mais difícil. Como a Sônia abrandou a dieta dela, vou ter que me esforçar mais para não cair em tentação...

Eu fiz essa música para a Chandra . Deve ser cantada com a música dos Flinskstones. Lembra-se? Aquela, "Frinkstone, Fred Flinkstone"...
Caso não se lembre, clique aqui para escutar.
Bom a letra é assim:
CHANDRA,
CHANDRA KANDI
E O SCUBIDUBIDU TAMBÉM....
CHANDRA,
CHANDRA KANDI
E O SCUBIDUBIDU TAMBÉM....
CHANDRA
É UM LHASA PARAGUAIO
CHANDRA
FOI A ÚLTIMA DO BALAIO
CHANDRA,
CHANDRA KANDI
E O SCUBIDUBIDU TAMBÉM....
(solos)
CHANDRA,
CHANDRA KANDI
E O SCUBIDUBIDU TAMBÉM....
CHANDRA,
CHANDRA KANDI
E O SCUBIDUBIDU TAMBÉM....
CHANDRA
A PEQUENA PROGNATA
CHANDRA
DOIS NEURÓNIOS E MAIS NADA
CHANDRA,
CHANDRA KANDI
E O SCUBIDUBIDU TAMmmm..
E O SCUBIDUBIDU TAMmmm..
E O SCUBIDUBIDU TAMBÉMMMMMMMMMMMM....

Você está vendo um cubo ou um canto de parede?
Ou um, ou outro, mas nunca ambos ao mesmo tempo: a consciência alterna as percepções, fazendo as escolhas entre as possibilidades, e só a partir da escolha a realidade existe para nós.
Então não seja bitolado: o que você acredita ser não necessariamente é.

Nos inícios de 80, rolou em São Paulo o Festival de Águas Claras. Foram três dias de som em uma fazenda, com mais de 50 mil pessoas... Esse show ficou conhecido como o "Woodstock Brasileiro".
E eu estava lá! Foi a minha primeira viagem de moto, e devem ter sido uns 350 km debaixo de muita chuva. Ficamos os 3 dias na fazenda, acampados no meio do lamaçal !!! Os banhos eram coletivos, com os caras e as gurias, todos nús, em baixo de uma caixa d'água. Ninguém dormia de noite, os shows começavam de tardezinha e iam até o sol nascer. Foi muito divertido, conheci muita gente e dei muita risada. Muito legal ter ido a esse show histórico.

A Chandra está comigo agora. Deitada na almofada, parece mais do que nunca um gato. Ela me olha digitar, mas sua atenção está centrada para fora do apartamento. Ela espera a Sônia voltar.
A Chandra está comigo agora. Ficou o dia todo só. E mesmo agora, olhando-me com dificuldades através de seu topete, que eu insisto em não mandar cortar, ela parece olhar-me através, através de mim.
A Chandra foi para a sala agora. Deve estar se sentindo só. Ela não quer saber de morder a minha meia agora. Não se anima se eu canto suas musiquinhas.
A Chandra reflete o que eu sinto agora. E eu, que passo todo o tempo tentando traduzir-me como o seu "alter-ego", rendo-me agora ao espelho do seu ser.

E os cabelos da Chandra foram "tosados" desimpedindo assim a sua visão.
Ao ver o mundo que a cerca pela primeira vez, Chandra Kandi resmungou: "Ah... É assim que funciona???"
Livro espírita psicografado por pessoas que eram deficientes em sua última encarnação. Um tema delicado abordado de uma forma direta, clara e esclarecedora.
Resenha da Americas.com:
Todos nós nos perguntamos por que algumas pessoas nascem normais e outras com deficiência mental ou física. Acaso? Destino? Ou há explicação mais lógica e profunda para isso? A convite de Antônio Carlos, alguns espíritos que viveram uma encarnação como deficiente mental vêm nos responder a essas e a outras dúvidas de forma clara e precisa, mostrando-nos que a bondade e a justiça de Deus estão sempre presentes em todos os acontecimentos de nossa vida. Este livro é uma homenagem às pessoas que cuidam, amam e orientam aqueles que por algum motivo passam uma encarnação com deficiência.

(Av. Carlos Gomes - agora. Foto by Rubino)
A mais dura maneira de ser derrotado em uma corrida é não participar dela. É até pior do que bolha, cãimbra, lesão ou tendinite.
Estou vendo os corredores passarem por baixo da minha janela na prova Meia Maratona de Revezamento da 3.a Perimetral de Porto Alegre.
Corredores de todas as idades, sexos, idades, condicionamento físico e classes sociais. E quando eu falo "todas" eu estou incluindo os extremos também.
Todos eles puderam. E eu não pude. Estou me sentindo derrotado.

Incomodada pelo despejo material e emocional que se abateu sobre a sua residência, Chandra Kandi ainda está reclamando da falta da almofada que costumava ter em sua cozinha.
Perguntada sobre como estava se sentindo, Chandra Kandi resmungou por entre os seus dentinhos:
- A vida aqui está "dura"...
Chandra Kandi sai para passear duas vezes por dia: bem cedinho, pela manhã, antes de meu trabalho e de tardinha, quando chego do serviço, das corridas ou do Body Pump.
Chandra aproveita esses ralos momentos para fazer as suas necessidades na rua, me poupando do cheiro de xixi e outros odores dentro do meu apê. Na verdade já fazem dois meses que ela não faz um xixizinho ou cocozinho dentro de casa !!!
Na rua, Chandra corre para o primeiro matinho e solta seu "riozinho" de xixi, de tão apertada que ela fica... Depois vem a pior parte...
Eu já havia dito que a Chandra Kandi tem um "GPS Anal", pois ela escolhe exatamente sempre o mesmo lugarzinho para fazer o cocô. Exatamente!!! Mas antes do ato ela faz uma espécie de "mira": direita, mais para a esquerda, um pouquinho para o lado, para a frente... Até achar que o lugar está bom.
Hoje parece que o seu GPS Anal estava desregulado, pois paguei o maior mico na rua me posicionando junto com a Chandra ao esperar ela achar o lugar certo, porém ela mudou de idéia umas 5 vezes, me fazendo ficar andando para lá e para cá, num balé maluco.
E o pior depois de tudo é recolher o cocozinho... Mas se todo mundo fizesse isso as calçadas estariam bem melhores...
São Paulo tem nas suas calçadas o desenho do mapa do seu Estado em um mosaico preto e branco.
A Chandra não se acostumou bem com as calçadas de Sampa, por que é muito concreto e cimento, sem nenhuma graminha ou areia. As calçadas são sujas, e não tem lixeiras para jogar o saquinho com o cocozinho dela.
Porto Alegre dá um show nesse quesito. Mas mesmo assim eu sempre gostei do desenho das calçadas daqui.
O cão é o melhor amigo do homem. E talvez o reverso também seja verdade. Se tirarmos como amostra os Rubinos, definitivamente é verdade!!!
Chandra Kandi descobriu um mundo novo em São Paulo. Descobriu uma família que realmente gosta de cães.
Uma família que realmente gosta de cães não se limita ao discurso de "ai que gracinha...", mas sim se completa na prática da convivência canina. Famíla que não trata o cão de forma infantilóide, mas sim de uma forma integrada.
Todos os Rubinos tem um dog em casa.
Em São Paulo, a Chandra Kandi conheceu a Wendy, a cocker spaniel da Silvú. O relacionamento entre elas está complicado, pois a Wendy é bastante possessiva e se sente incomodada com a Chandra ocupando o seu espaço.
Na casa da Giovanna a Chandra fez amizade com a Mel, uma cocker super elétrica e brincalhona. A Chandra não entrou no pique dela, infelizmente...
Na Penha a Chandra conheceu um monte de "primos": a Sofia, uma cocker preta, o Rex e o Kiko, que ficam presos no quintal dos fundos da casa... E o Biscuí e o Billy, que ficaram num flerte danado com a Chandra. Não é todo dia que aparece uma "gauchinha de apartamento" como a Chandra na Penha...
Já em Bertioga a Chandra conheceu a Juma, a cachorra da casa da praia. E conheceu da pior maneira possível: A Juma deve ter pensado que a Chandra era um algodão doce ambulante e foi para cima dela tentando saboreá-la...
E hoje, na madrugada, chegaram o Márcio e a Cássia, e com eles veio a Belinha, outra cocker spaniel bastante brincalhona!!!
Os dogs estão sendo os verdadeiros protagonistas das alegrias de fim de ano dos Rubinos. Esses cachorrinhos estão sendo realmente os nossos grandes companheiros.
Esse mundo de "novos relacionamentos" é muito novo para a Chandra, que vem aprendendo tudo muito rápido. Os relacionamentos sempre nos proporcionam aprendizados. Eu estou aprendendo muito com a Chandra Kandi, minha querida Lhasa Apso. Agradeço a Deus por eu estar tendo a felicidade de cuidar e ser cuidado por ela.
Feliz 2005, Chandrinha...
Feliz 2005 para todos os meus Amigos, meus parentes, meus colegas, e para os leitores do MondoVR. Eu estou aprendendo muito com o convívio de todos vocês. Do fundo de minha alma, obrigado.
E os aprendizados que os relacionamentos proporcionam continuam ocorrendo... para a Chandra Kandi!!! Hoje foi dia da Chandra se relacionar com o Miró, um adorável Lhasa Apso branco e caramelo.
O Miró é o Lhasa da Simy, uma colega de trabalho da minha prima Silvú, que está aqui perto de Bertioga, na Riviera de São Lourenço, passando as férias.
A Riviera é um capítulo à parte, e a Simy definiu-a brilhantemente: "A Riviera é um Show de Truman". Lá tudo é perfeito, programado, lindo e artificial. Um pedaço de Miami para os paulistas passarem as férias. Voltando...
O Miró ficou louco pela Chandra. Literalmente babando... Foi difícil segurar a ferinha! Já a Chandra ficou "na dela", fez festinha para todos, andou pela casa, e rosnou quando o Miró tentou passar dos limites.
A Chandra demonstrou maturidade, pois não se entregou num relacionamento iniciando apenas pelo sexo. "O Amor não pode existir no início de um relacionamento". Ela acha que "é prudente não se tornar amante de um lhasa até que tenha passado tempo suficiente com ele para conhecer os seus objetivos e o seu caráter, e ter estabelecido com ele algum nível de confiança e mutualidade".
Boa Chandrinha!!!
O Sol é a energia, o aconchego, a caipirinha, a piscina.
A Lua é o ouvir, o sincronismo, o vinho, o bar.
O Sol é o corpo, me cuidando, sensualidade morena.
A Lua é a mente, eu cuidando, atração da pele clara.
E eu, sem a Terra, vagando no Espaço;
Cometa perdido sem órbita;
Flutuando envolto no éter
Em meio do Sol e da Lua.

[20/02/2000]
Mesmo em um "segundo plano", nunca esteve tão perto.
Estou focado em você.
Obrigado, sempre.
Hoje eu acompanhei meu Cliente SUMESA - Sulina de Metais, durante a auditoria do BVQI.
Mesmo com todo o calor de hoje em Porto Alegre, o auditor visitou a fundição de alumínio, além de auditar outros processos da empresa.
O resultado foi mais uma vez excelente: Nenhuma não-conformidade foi registrada. Segundo palavras do auditor "já realizei mais de 100 ou 200 auditorias e ainda não havia visto nenhuma empresa não receber nenhuma não conformidade desde a certificação até a 5.a semestral, como é o caso da Sumesa..."
Parabéns SUMESA, a excelência realmente mora aqui.
Existem pensamentos que flutuam dentro de nós como se fossem plumas e algodão, nos fazendo cócegas na mente e provocando um tênue sorriso, um sentimento intenso de bem estar. E aos poucos você vai abrindo de novo seu coração e a vida fica mais bela. A lembrança de um momento faz teu ritmo fluir em harmonia, e o brilho no olhar é a projeção da luz que volta a te iluminar. Um momento as vezes pode ter a dimensão de uma eternidade.
"A alegria de um sorriso.
Isso é tudo o que eu preciso: Amor...
...Mas também não sou o único
Sempre acontece um dia, mas já passou...
Vida seja minha amiga, eu estou lhe avisando:
Eu não vivo sem você.
[fragmento de uma letra que escrevi na adolescência e que agora, oportunamente, voltou à tona de minha memória]
Quando os pensamentos que estão dentro de nós assumem o peso das plumas e algodão e não o dos grilhões e correntes que nos condenam a uma prisão perpétua do ódio, raiva ou arrependimento, fica claro que devemos sempre agradecer por todos os momentos, bons e difíceis, e por todo o aprendizado que levamos dessa existência.

As dúvidas que ainda pairavam sobre se a Chandra Kandi era realmente um Lhasa Apso foram solucionadas:
Da maneira que a Chandra adorou o malte presente no whiskey que o Rubino trouxe de Punta, só nos resta a afirmar que a sua raça é... Maltesa!!!

As dúvidas que ainda pairavam sobre se a Chandra Kandi era realmente um Lhasa Apso foram solucionadas:
Da maneira que a Chandra adorou o malte presente no whiskey que o Rubino trouxe de Punta, só nos resta a afirmar que a sua raça é... Maltesa!!!

acorda
me olha
pede uns restinhos durante meu café da manhã (ganha um pedacinho de queijo)
desce de manhã para o xixi/coco
fica triste quando vou embora
dorme
dorme
bebe água
late de vez em quando
dorme dorme dorme
fica muito feliz quando eu chego no fim do dia
passeio noturno para xixi/coco
come um pouco de ração
brinca pela casa com seus coelhinhos
dorme dorme
(quando a Jana vem é bem diferente...)
Chandra Kandi sempre foi injustamente chamada de "Dois Neurônios". Até a letra de sua musiquinha sacaneava com o seu intelecto...
Mas agora Chandra Kandi começa a provar o contrário: Rubi acaba de ensinar a Chandra a "dar a patinha".
O intelecto de um "Ser" pode ter muitas facetas. Na face emocional, a Chandra já havia provado ser inteligentíssima. Sua afetividade supera qualquer padrão normal canino e em alguns casos, humano. Sua face cognitiva agora começa a aflorar!!!
- "Dois neurônios tem quem me chamava assim" - respira aliviada Chandra Kandi. Solicitada para "dar a patinha", Chandra Kandi questionou: - "A direita ou a esquerda?"
Ontem corri 10 voltas (4 km) em 25'06". Baixei um minuto e trinta e dois segundos em relação ao treino anterior.
E a Equipe VR2 Running começa a tomar nova forma !!! A Elisa e a Fê tem bastante pique... Estão correndo muito!
Rumo a Rústica 2005, no dia 29 de Maio !!!
Lista para verificação se não esqueci de nada importante para ir para Garapiá:
equipamentos principais do show
- notebook com fonte
- monitor de 15" (caso a tela do notebook apague novamente...)
- interface USB Ozone
- teclado Roland
- GrooveBox
- guitarra
- microfone
- fone de ouvido
- cd player (caso o notebook de pau de vez...)
- afinador eletrônico
- pedal de distorção
acessórios:
- stand para teclado
- suporte da guitarra
- suporte do microfone
- palheta de guitarra
- encordoamento extra
cabos:
- USB para Ozone
- insert para ligar GrooveBox no Ozone
- insert de saída para Ozone
- 2 cabos para guitarra
- cabo de microfone
- cabo MIDI para teclado e GrooveBox
bagagem:
- uma mochila com roupas
- uma barraca de camping Iglú (será que ainda funciona?)
- filmadora
- 2 endredons
- 1 travesseiro
- 1 isopor com comidas
- 1 geladeira térmica com bebidas
Ufa...Acho que não esqueci de nada... Fui !!!
Esporte predileto da Chandra: Arremesso de Coelhinho...

O 11:11 me chamou hoje pelo telefone... A primeira ligação do dia...
Nada como um dia após o outro, né Chandrinha... Sua vida pode ter "ficado dura" por algum tempo, mas parece que agora está bem mais macia!!!
Depois de ter ganhado uma nova almofada que substitui a ausência da almofada anterior, Chandra Kandi exclamou: " A Jana é o máximo!!! E você também, Rubi....!!!"
![]()
[Chandra Kandi, pós banho e injeção - click to zoommm]
E hoje foi dia de pet-shop para a Kandi.
Não um dia qualquer: hoje foi dia de vacinas. Anti-raiva, anti-giardia (?) anti-isso e anti-aquilo... E anti-"conta bancária" também: 130 pilas investidos no bicho...
Perguntada se doeu tomar tanta injeção, Chandra Kandi respondeu mal-humorada: "Agulha no Lhasa dos outros é refresco, né?"...
Essa é uma cena do filme "Sete Anos no Tibet". Acontece quando os protagonistas chegam famintos em Lhasa, e tem que comer escondidos a comida servida aos cachorros.
O filme é sobre a infância do Dalai Lama e sobre a violência que foi a ocupação chinesa no Tibet. Além disso é um filme sobre o desenvolvimento da alma, da transformação que o personagem interpretado por Brad Pitt (sim gurias, ele está no filme) sofre quando ele entra em contato com os ensinamentos do Budismo. Mas acima de tudo isso é um filme que também tem... Lhasas Apsos !!!
Lhasa é a capital do Tibet. E Lhasa Apso é a raça da minha cachorrinha Chandra Kandi. E tudo está interligado, em sintonia, inclusive com a fase atual do Rubino. Vou explicar.
De Lhasa é que vem a raça da Chandra. Lhasa Apso siginifica "O sentinela de Lhasa". Esses cachorrinhos são típicos guardiães. Qualquer barulhinho no corredor deixa a Chandrika bastante atenta.
Quando o Dalai Lama teve que fugir do Tibet e se refugiou em países como Butão, India, e etc... e levou alguns Lhasas com ele, e em suas peregrinações pelo mundo defendendo a causa do Tibet ele sempre presenteava os chefes de Estado dos países aos quais visitava com um lhasinha... E assim essa raça foi se espalhando pelo mundo. (até o Cebolinha da Turma da Mônica ganhou um: o Floquinho é um Lhasa!!!).
Eu ainda confundo bastante o Budismo com o Indianismo. Agora que estou aprendendo mais sobre o assunto. Naquele tempo, quando comprei a Chandra, sabia menos... Bem, que nome dar para o bicho?
Descobri que no induísmo existem milhares de deuses. E pesquisando na web aprendi que Chandra é a divindade da Lua Cheia (branca) e Kandi é a divindade da Lua Nova (preta). Ou viceversa, não me lembro bem... mas não importa. Como a lhasinha que havia comprado era preta e branca... Chandra Kandi foi o seu nome.
O que importa é o significado que o nome Chandra Kandi possui, e a sua sinergia com o meu momento.
Chandra Kandi viu comigo o filme "Sete Anos no Tibet". Ao terminar, ela falou (telepaticamente, como sempre, é lógico): "Adorei saber sobre minhas origens. Lá em Lhasa os lhasas não comem essas bolinhas horríveis... E lá faz um friozinho gostoso... Rubis, me leva lá um dia?"
- Um dia, Chandrinha, um dia....
Imagine uma floresta sem nenhum ser humano e sem nenhum animal... Se uma árvore cair nessa floresta, faz barulho???
Lógico que... NAO !!! "Barulho" é a representação que fazemos ao fenômeno das ondas que se propagam no ar quando atingem aos nossos ouvidos. Ou seja, sem ninguém para "ouvir" as ondas, elas ficam assim: apenas ondas...
Sem Observador não existe a Manisfestação. Nada acontece sem alguém para observar, e ao ser efetuada a observação fica validada a existência de algo que só "existia" em possibilidade, em potência...

A Chandra observa eu me barbear. Ela observa quando eu estou no home studio. Ela é a minha sombra de luz, meu alter-ego.
E ao me observar, ela me valida para o mundo, tornando-me real.
- Obrigado Chandrinha, por compartilhar todos esses momentos comigo, sempre emitindo o seu Amor Incondicional.
- Obrigado você, Rubis!!! Tú é "o cara"!
- Vamos logo Ewerton, vamos almoçar...
E o cara ainda vai fumar, perde a chave do carro... e demooooora. Era o primeiro dominó que desencadearia tantas outras sincronicidades que viriam a seguir, como uma peça de dominó derrubando a próxima... Finalmente saímos, e começam os encontros:
> Penso no almoço de sábado, onde estava sentado na mesma mesa que estava no almoço de hoje. Naquela data, a Lya Luft e Friends sentaram na mesa ao lado. Enquanto eu estava absorto por essas lembranças, o Ewerton pergunta: - Você já leu o livro da Lya Luft? (Uau !!!) Como ele perguntou isso naquela hora que eu estava pensando, visualizando a própria?
> Olho para a mesa da frente. Pessoa conhecida! Levanto e vou até lá. A Dora me fala que havia me visto. Pergunto-me por que ela não me acenou? Eu digo que vou fazer um curso de Photoshop com ela. Ela rí...
> Convido o Ewerton para correr amanhã. Ele diz que não dá. Vejo a Fábi. Ela me convida para correr. "Mas correr no sábado, bem na hora do almoço, Fábi?"...
> Cafezinho expresso. A Maureen me diz que o seu Lhasa Apso se chama Pop Art. Digo "muito prazer" e falo sobre a Chandra Kandi. Falo também dos meus tempos de publicidade quando a Maureen as vezes ia no meu studio para gravar uns spots. Supreendentemente, ela se lembra.
> O Carlo me vê. Diz que eu estou magro. Eu digo que a barbicha dele cresceu. Pergunto se ele vai na festa de Nova Petrópolis, que afinal de contas é perto da terrinha dele. Ele me diz: "Não é Nova Petrópolis, é Galópolis!". Então tá, com quem entende do assunto eu não discuto, eh eh eh...
> A Ana me diz que o pão integral é feito com o trigo grosso, sem ser refinado. "Os bons carboidratos!!!" - eu penso, alegre! Levei um pão desses para casa.
Os desencontros ficaram restritos à perda da preferência na locação do apê que queria mudar; e com alguém que ainda não me vê no trânsito, mesmo estando janela aberta à janela aberta comigo; e meu som estar a mil, tocando Astrix...
Eu poderia ter me abalado com os desencontros. Mas com tanta sintonia que desfruto atualmente, com tanta gente do Bem à volta, como duvidar que até os Desencontros de hoje são destinados aos futuros Encontros do amanhã?
EPISÓDIO DE HOJE: O NASCER DO SOL

O que antes eram "apenas" silhuetas, agora começcavam a ganhar volume e cor. No início uma cor avermelhada, cor de bronze: era a luminosidade que brotava na linha do horizonte.
Foi então possível perceber melhor a beleza do Ninho das Aguias. Estávamos em plena serra gaúcha, e o Ninho é um local onde se salta de paraglider, ou seja: é alto, muito alto... Podia-se ver que estávamos acima de várias formações de nuvens. Senti-me no céu, num paraíso!
O psytrance não parava, enem paravam as pessoas. "Quando o DJ é bom, não faz frio" - ouvi de alguém, e parecia que todo o mundo sentia era muito calor... eh eh eh!!!
A luz ainda não era forte o bastante para eu desligar a "visão noturna/' da filmadora, que deixa tudo esverdeado, mas assim mesmo, institivamente, eu resolvi tirá-la de dentro do meu casaco e naquele"exato" momento um clarão se fez!
Olho pela objetiva da filmadora e focalizo a Thaís e a Dani (sempre elas...) reverenciando o Sol que estava a nascer. As pessoas começam a correr para perto delas, que era de onde se podia contemplar melhor o nascer do Sol, bem perto do abismo de onde se salta de paraglider. A cena que se seguiu é simplesmente indescritível, mas assim mesmo eu vou arriscar:
Pessoas aplaudindo, assoviando, reverenciando, gritando "Maravilha", "Obrigado Senhor", e outras expressões, numa emoção coletiva. A pista ficou vazia, e eu acho que até o DJ correu para ver esse momento magnífico (mas o som não parou!).
Como a linha do horizonte estava abaixo de onde nós estávamos, já que o local era no alto de um pico, os raios de sol vinham de baixo apra cima, criando sombras e luminosidades únicas. Uma viagem perfeita e auto-suficiente. Foi o nascer do Sol mais alucinante de todos os tempos!!! Uau!!!!!!
Aquele momento catalisou um maior senso de união nas pessoas e a partir daí parece que a festa ficou mais animada, com as pessoas interagindo ainda mais entre si.

As vezes me pergunto por que algo que ocorre todos os dias não é lembrado mais vezes. Por que o nascer do Sol não pode despertar essas mesmas sensações no nosso dia-a-dia?
Fazer da nossa Rotina uma Festa e de um momento corriqueiro uma inspiração para celebrar a Vida só se torna possível quando o nosso Ser está totalmente centrado no Presente, no Agora.
No Ninho das Aguias a Eternidade parecia congelada naquelas pessoas, naquele local, naquele som, naquele sentimento.
Mas como o Agora é a única coisa que existe e tudo é impermanente, o Agora do nascer do Sol foi se transformando no Agora da Manhã, que virou o Agora do Dia...
Mas isso já é o enredo para o próximo episódio:
PROXIMO EPISODIO: O DIA
A Magia do Momento se chama Fotografia.
Quando estou fotografando, vivencio totalmente o Agora. São momentos em que meu Ser se desconecta com qualquer preocupação de passado ou futuro e fica só na posição de observador do Presente, um observador intenso do Momento atual.
Parece que a mente pára, e o Ser fica como um "caçador" do Momento, a espreita de um click ideal.
Hoje no After do Clube de Regatas, tive Momentos fotográficos mágicos...
Esses Momentos Mágicos que estavam alí, se repetem muitas vezes ao longo de nossas existências e infelizmente a gente não se apercebe. Tem que se estar Consciente para vivenciar o Agora. A nossa mente parece que tem medo do Momento Atual, fica o tempo todo fugindo para o passado ou tramando um futuro, e assim deixa passar esses Momentos mágicos... Eu só consegui capturar esses momentos porque estava desperto para a Consciência e focado no que estava acontecendo, deixando a mente totalmente parada. Adoro quando isso acontece. Que sensação boa estar totalmente conectado com o Agora. Eh uma outra forma de Meditação...
Alguns dos Momentos Mágicos que registrei foram coisa tão de "momento" que nunca poderiam voltar ou se repetir. Tudo muda, a luz, a posição das pessoas, minha obaservação, enfim... o Momento é único: uma perfeita conjugação entre o objeto, o meio que o envolve e o observador. Essa conjunção faz a magia e a exclusividade. Um observador é sempre necessário para validar uma realização.
Teve uma foto da Danizinha na árvore que a luz ficou intensamente dourada. Tirei várias outras no mesmo local, e não ficou igual.
Tirei uma foto do Calli segurando o cachorrinho dele. Parecia que ele estava acalentando um bebê. Muita ternura registrada naquele "click". E adivinhem qual o número dessa foto? Bem, foto do Calliari só podia ter "11". Foi a foto 111... Quase "ele", de novo... Mas mais um forte indicativo dessa força louca, louca... que nos empurra.
Tirei uma foto da Thaís que chamei de "Oi Banho", pois ela ficou na frente de um cartaz e as letras que apareceram formaram essas palavras.
Estava falando com o Calliari sobre os pilares da Ponte do Guaíba, que formam um perfeito 11:11. Fotografei o reflexo dos pilares na água do Guaíba e eles pareciam dançar, sincronizados com o trance que rolava no Clube de Regatas. Que momento legal...
As vezes a gente caça o Momento e as vezes ele nos aparece de presente. A Poli tem um piercing de umbigo que parece com um ouriço do mar verde. Percebi que vendo a barriguinha dela de perfil a composiçao com o piercing pontiagudo ficaria legal. Devo ter feito mais de 10 fotos, sem sucesso. Mas de repente percebi a cena de ela de costas, e comecei a clicar, e a composição ficou realmente única, abstrata, maravilhosa: luz, volume, cor...
Tiveram vários outros Momentos... O Fabs tocando atrás da árvore, a Cristixa dançando e sorrindo, enfim...
Quando se está inspirado na Magia do Momento, focado totalmente no Agora e com a Mente livre, todos os Momentos são mágicos.
A noite começou bem: depois de uma harmonização espiritual, Rubis vai cuidar de sua harmonização "barrigal" e escolhe nada menos do que o Mercatto para ir jantar.
Lá chegando encontra com Thiago AMP e com FêBrum e Fedê. Como todos eles são visionários do 11:11, a sinergia rolou fácil... e as lasagnas de cogumelos com catupiry regadas à RubisBeer também...
Danizinha liga para Rubis avisando que as gurias já estavam prontas e numa rápida aterrisagem da Astra-o-nave, Rubis, Danizinha, Anaí, Lobatox e Ana (amiga da Anaí) se materializam no Bar-Batana, onde nosso amigo Fabrício Franco, o popular "Fabs" comemorava várias primaveras.
Lá estavam além dos mencionados, figurinhas carimbadas da Trance Nation, como Yagoda, Karina, Raquel, e um monte de gente que eu não sei o nome...
Em mais uma demonstração inequívoca que a Trance Nation não tem preconceitos de espécie alguma, Fab's assumiu os CDJ's (sim tinham CDJ's lá...) e tocou um.... um.... um... samba-rock: Jorge Bem, Tim Maia, e muita coisa boa para a galera requebrar os quadris em ritmos rebolex. Muito bom!!!
A Astra-o-nave decolou de volta com uma escala rápida em uma cafeteria, onde, na ausência de bolo de aniversário na festa, os 3-pulantes traçaram uma torta inteira de chocolate.
Parabéns para você, nessa data querida
Muitas Felicidades, Muita Trance na Vida!!!

[bolo pós-níver]
Um ano atrás a notícia no MondoVR era essa...
Porém hoje não tenho nada parecido para contar... Devo uma satisfação aos leitores do Mondo Marathon.
Depois do treino de 28 de Abril, correndo 7 km e chegando bem, fiz um outro treino de 5 km na pista de terra da ESEF. O que aconteceu é que no dia seguinte a esse treino leve, me atacou a tendinite no pé esquerdo (e não a do pé direito, como antes...).
Fiquei mancando a semana inteira e decidi que não ia correr a rústica nesse ano. Estou nessa de corridas para me divertir e não para me machucar, e ainda não me senti preparado para os 10 km no asfalto.
Então é isso. Começar de novo e quem sabe ainda esse ano consigo completar uma prova de 10 km? Quem ler o Mondo Marathon saberá!
[clique para ver os coelhinhos de perto]
Chandra Kandi teve uma recaída da época da Páscoa e resolveu juntar todos os seus coelhinhos para uma foto.
Normalmente esses coelhinhos ficam espalhados por todo o RubiBAR, mas dado o espírito de arrumação que se abateu sobre o recinto desde a notícia da desserção da Jana, nossa arrumadeira de plantão, Rubis e Chandra adotaram um novo lema: a melhor maneira de arrumar é não desarumando.
Agora só falta por em prática. Chandra Kandi parece que já começou...
- Chandra você tá tristinha?
- Entediada, Rubis, entediada....
- Mas por que? Vem cá: aqui!!!
- Em dias de chuva não dá para passear, né? E a Jana não vem mais me ver...
- Tsc... tsc... tsc..
Chandra Kandi não é Bom-Brill, mas tem 1001 Utilidades...
Na foto acima ela está servindo como uma confortável almofada para a Vampirinha, no Sushi Wars travado nessa segunda.
Momentos depois, caiu o molho de soja no piso e a Chandra foi rapidamente convertida num esfregão de chão.
E ela também substitui a campainha, me alertando quando da chegada dos meus convidados, além de servir como alarme de presença de estranhos no corredor. E também tem a função de se passar por um "objeto decorativo" na sala...
Ela tem mesmo mais de 1001 utilidades... E quando demora para ir para o pet shop, até que ela fica parecida com um Bom-Brill sim!!!
ASSTRIX (ops...) parece que gostou de onde estava, pois não apareceu no check in de embarque para Porto Alegre!
O MondoVR, que estava esperando o cara para uma entrevista, ficou a ver navios... na verdade a ver aviões!!!
Mas a produção do evento falou que o cara chega ainda hoje, no último vôo... Vamuvê...
"Se você tem Fé, você é tranquilo. Por que se você confia, não há motivos para ter preocupação. Confiar é ter Fé."
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[clique para ver os ingredientes]
Tenho escrito pouco no "Mondo Gourmet" por que tenho estado com pouco tempo livre por estar... cozinhando!!!
Aproveitando a estada da Gígi em Porto Alegre, estou fazendo para ela alguns pratos típicos da culinária do Rubistrô.
E hoje foi dia do tão desafiador "Escondidinho" !!! E aqui vai a receita:
- 1 pacote de aipim descascado
- 1 pacotinho de carne moída de 1.a (deve ter umas 400 g)
- 1 cebola
- 1 tomate
- salsinha
- meio pacote de catupiry
- creme de leite
- queijo parmesão ralado
- algumas azeitonas
- sazon
- um pouco de manteiga
- leite
Faz assim:
1- cozinha o aipim em água fervente por bastante tempo, até ele ficar molinho. Ponha umas duas colheres de sal. Não esquece do sal...
2- enquanto isso, pica bem picadinho a cebola, o tomate, a salsinha e a azeitona. Mistura tudo numa panela alta com a carne moída e coloca o sazon (1 sachê) e duas colheres de manteiga. Vai refogando até dourar a carne, dissolver o tomate e a cebola e começar a criar um caldo.
3- ainda simultâneamente faz um arrozinho gostoso. No caso eu fiz um arroz com ervas finas Tio João.
Quando o aipim estiver bem cozido começa a parte chata. Tem que amassar o aipim com o catupiry até formar um creme uniforme. Vai pondo um pouco de leite para ajudar no ponto. Haja braço. Se você tiver um liquidificador, uma empregada doméstica ou uma esposa por perto, também serve.
Coloca um pouco de creme de leite na carne para dar uma "encorpada" e coloque-a em uma assadeira refratária. Como não achei a minha assadeira (nem sei se eu tinha uma...) usei uma assadeira normal mesmo. E é até melhor, pois por não ser de vidro, fica mais "escondidinho"!!! Eh eh eh... Espalha bem a carne no fundo da assadeira.
Por cima coloca o "purê" de aipim, espalhando-o por toda a assadeira. O objetivo é esconder a carne!
Depois de tudo isso, coloca o queijo parmesão ralado (viva!!!) sobre tudo e coloque a assadeira no forno por uns 20 minutos até gratinar o queijo e começar a "borbulhar" o escondidinho.
Eu o servi com o Arroz de Finas Ervas, uma salada de rúcula, alcaparras e tomates. Como temperos extras na mesa, azeite virgem de oliva de "prima prensa" e pimenta Tabasco.
De sobremesa, maçãs picadas com gelatina diet e chantilly spray. Para encerrar um expresso.
E depois disso tudo: Lavar a louça...
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[clique para ler a comunidade]
E os "Rubinos" aderiram de vez à Internet. Finalmente!!!
Eu sempre fui afeto das novidades do mundo da informática e estou na Internet desde 1995, quando ela ainda não era comercial aqui no Brasil, ou seja: ninguem tinha internet em casa. Eu acessava a grande rede através das estações de trabalho Sylicon Grafics do meu curso de pós-graduação em Inteligência Artificial, na UFRGS. Na verdade eu entrei para esse curso só para ter acesso à rede. Naquele tempo eu usava o bom e jurássico Mosaic, o bisavô do Internet Explorer, ou pai do Netscape... Em 1996 eu registrei o domínio VR2.com, hoje uma exclusividade total, pois não existem mais domínios de 3 caracteres disponíveis para registro...
Bem, mas agora as novas, as novíssimas e as antiquiquíssimas gerações dos Rubino parecem ter descoberto o prazer de ficar horas a fio em frente a um computador lendo os profiles alheios no Orkut ou falando com a "galera" no MSN.
Meus primos Márcio, Bruno e Sílvia já estão conectados ao Orkut e ao MSN.
Depois foi a vez da minha filha Giovanna Lamara entrar para o Orkut!
Mas agora, a situação endoidou de vez: Existe uma comunidade para a minha tia Mariazinha Rubino no Orkut, chamada Mariazinha "A ETERNA"... Qua qua qua...
A Tia Mariazinha é uma pessoa incrível. Ela é a mais "antiga" dos Rubinos e deve ter... bem, não se comenta a idade, não é mesmo? Mas está totalmente atuante e esperta.
Num reveillon passado ela nos deu um susto ao cair no banheiro ao tentar tomar banho na pia, pois estava faltando água.
Agora, o que se espera é que uma legião de fãs abarrotando a sua comunidade no Orkut. Como diz o profile da comunidade: "Maria quem te conhece não te esquece"...
Chandra Kandi já estava indignada de sua loooonga ausência das matérias no MondoVR... "O Mondo Chandra está mofando!" - reclamava ela, rosnando entre os dentinhos salientes...
"O Rubis agora só fala de Psy no Blog..." - suspirava a pobre Lhasa de Ciudad del Leste, aos prantos pelos cantos do apto. "Já sei, tive uma idéia!!!" - exclamou a bola de pelo.
Chandra Kandi cultivou uns "dread locks" em seus longos pelos. Ficou com um visual mais "roots"...
Perguntada do porque de sua nova fachada, Chandra deu a resposta: "Já que não dá para usar botas psy para aparecer nas fotos, pelo menos com esses dreads eu fico mais roots, como aquelas gurias da Trance Nation, e talvez assim o Rubis me fotografe de novo... "
E parece que funcionou!!!

Chandra Kandi conquista o último território que ainda não havia dominado: a cama do Rubis.
Aproveitando-se de uma indisposição que abateu-se sobre Rubis nesse fim de semana, Chandra convenceu-o a deixá-la dormir na cama.
Nada mais limita o bicho: Tá dominado, tá tudo dominado!!!
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[Clique se quiser ampliar. Mas clique só se quiser, economize o seu mouse... ]
Estava marcado para o coquetel com sushi começar as 21 hs e ir até as 23 hs, quando entraria o Rubis com o seu progressive e os demais DJ. Estava marcado para ser no Druída.
Lá chegando, no local e horário certos, me surpreendo com toda a galera... na calçada! O bar estava fechado! Alguém depois de algum tempo abriu o bar para nós e... supresa? "Ué, já é festa de Halloween?" - pensei ao ver a podridão interior do ambiente. Sujo, sem água, sem bebidas... o Druída estava "caidaço"... O cara do som começou a montar os equipas, as gurias a fazer uma rápida limpeza e a instalar a deco quando... Polícia !!!
Os "home" chegaram no recinto nos avisando que o buraco estava lacrado sob decisão judicial e que nós não poderíamos estar alí... e toca a ficar naquele bate-boca, naquele "cadê o salafrário do dono do bar", até que nos entendemos com a polícia, fizemos uma vaquinha para alugar uns CDJs e a PsyTranceNation rumou para a casa da Pat, na zona sul. Comboio de trancers pelas avenidas porto-alegrenses.
Depois de uma rápida escala e festinha num postinho, onde compramos catuaba da marca Forró (que medo!) e umas cervas, chegamos no pico da Pat.
Um local maravilhoso, na beira do Morro do Osso, ao lado de condomínios hollywoodianos... "Xiii, vai dar bronca..." - preconizei ao pensar nos vizinhos que não gostam de psy, submetidos aos tun-quis-tunnn, a noite, madrugada e dia inteiros...
Montamos nossa festa do lado da piscina, embaixo de uma árvore, numa autêntica festa open-air. A noite estava maravilhosa, nublada, mas clara e quente. Montamos as luzes negras, colocamos os panos, enfim fizemos uma autêntica rave sob o céu, ou Sub-Sky...
E começa o som! Rubis Rubis ataca com seu progressive, com o remix para Connected e depois vai emendando sons em seu Vaio_Racha contralado pelo Ozone. Durante a apresentação começa o banquete de sushis e foi o máximo tocar e comer sushis ao mesmo tempo. Até usei os hashis para mexer nos botõeszinhos do meu controller... Sério!!! Fechei o set com música nova, finalizada na mesma noite e entitulada "Mensalão".
E os DJs vão se alternando... O som progresivo e grooveado do Ssoniq dá passagem para o electro-house-proggy do Claudinho, que abre para o TPS, que esquenta o full-on e os vizinhos começam a... pedir educamente para abaixar o som. Gente "coisa" é outra "fina"!!!
A galera presente era muito legal, todos amigos estavam lá (os ausentes presentes no nosso pensamento). Mas o clima não era das raves, de se acabar dançando, e sim de conversar e ficar sentado. Mesmo assim eu.. me acabei dançando. E as culpadas por isso foram a Nonô, a Tininha, a Aline, além das demais dançadinhas confraternizadoras de ocasião.. Ai ai ai... a sequência tripla da "sounds" no domingo" + bodypump na segunda + subsky na terça me descadeirou...
Os malabares foram um show a parte. A Fê é mestra e mostrou o por quê. A Tininha está excelente também.... Tinha um cara de camisa branca muito bom na cordinhas também.
Fiquei o resto na madruga na cadeira e vi o dia nascer. entrou um DJ de Sta Catarina que eu gostei muito: boa técnica nos cdjs e bom repertório. O Japa fez um rápido B2B cm ele, mas a festa teve que acabar pouco antes das 7 da manhã.
No final um cara resolve se jogar na piscina, que estava com água ainda do verão passado... Saiu marrom e provavelmente com malária, o "feliz".
Festinha memorável. Private-Privatíssima. Começou no Druída, continuou com a galera se cotizando e fazendo a festa na hora, fizemos a comemoração do niver da Pat e da Fê, tivemos um sushiwars (onde os maquiavélicos intergalacticos foram dizimados na hora) e tivemos muita música, união e diversão.
Perfeito!!!
Pessoas...
Uma coisa é certa: tivemos MUITO Psy nesse fim de semana! Seja na festa comercial SUBVISIONS, seja na festa PLUR "After do Estaleiro".
Como participei de ambas, não consegui fazer o report e editar as (centenas) de fotos ainda no domingo.
Esperem a cobertura do MondoVR para hoje a noite ou amanhã...
Chego da festa, e depois de 36hs fora de casa a Chandra me recebe como se fizesse 36 anos que não me via...
E o pior que ela não come e não faz as suas necessidades quando eu não estou no apê!
Perguntada sobre o porquê dessa atitude, Chandra Kandi respondeu por entre seus dentinhos e com as perninhas cruzadas, de tão apertada que estava: "Rubis, você é a minha necessidade..."
- Que é isso Chandra, tá me chamando de cocô?
Devido aos últimos fenômemos metereológicos, Chandra Kandi não poderá estreiar nas festas psy open air.
Informada sobre o seu infortúnio, Chandra Kandi resmungou por entre os seus dentinhos: "Eu encaro sim, Rubis... Me leva..."
Talvez Chandra, talvez...
Porto Alegre passou hoje no início da noite pela maior tempestade já vista por mim. Em poucos minutos alagou toda a cidade. Eu estava na aula de Body Pump quando faltou a luz. A aula continuou no escuro, mas a chuva parecia querer levar o prédio. Momentos depois, a água começa a brotar por entre os tabões de madeira do chão e tudo ficou alagado. Tivemos que nos abrigar no andar superior. A vista da Rua Anita Garibaldo se transformando em um rio foi algo pavoroso.
Até agora a situação não voltou ao normal. Não tem luz no meu bairro. Graças à bateria do notebook que consegui me conectar e escrever esse artigo...
Amanhã na PsyWalker vai ser muita aventura, infelizmente sem a Chandra. Vamos acatar e respeitar mais os sinais da Mãe Natureza.
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[clique para aumentar a paixão]
Talvez agora as dúvidas que ainda pairavam sobre a raça do bicho se dissiparam de vez.
Confundida anteriormente como Lhasa-Apso, como Maltesa e outras espécies, Chandra Kandi revelou-se durante a finalíssima da série B do Campeonato Brasileiro de Futebol, realizada nesse sábado.
Aliviada com o gol do Grêmio no finalzinho do jogo, e alucinada pelo buzinaço que se abateu sobre a cidade, Chandra uivava no ritmo e corria feito louca pelo RubisFlat.
Descobriu-se assim que a sua verdadeira raça é... Tricolor!!!
Perguntada sobre com quem ela gostaria de ir para as comemorações, Chandra Kandi cantou, por entre os seus dentinhos tortinhos: "Até a pé eu iria. Onde eu tivesse que ir. Mas o certo é que eu ficaria, com o Rubis, onde o Rubis estiver"...
Chaaaaaandraaaa!!! Grêêêêêêêmiooooooo!!!
A revista VOID n. 12 entrevista Vicente Rubino perguntando-lhe qual o seu TOP 5 de "Músicas para Fazer Neném"...

(aproveitando o ensejo, fiz uma versão remix psy do Pintinho Amarelinho...clica no link e baixe a música!)
E cá estou eu em pleno festival. Segundo dia a tarde, e finalmente montaram a Lan House. 20 pilas por hora... Eu realmente amo vocês, heim!!!
Depois do perrengue da viagem, corro para a pista. A pista estava abrindo naquela hora! Um DJ manda um proggy fino, ensandecendo a galera. A pista lota, bomba! E na maior da vibe, começa uma tempestade. Uma reação tribal, totalmente no-civilization. Não dá para explicar, mas vou tentar. Lembra do domingo de chuva do Garapiá? Pois é, o Universo começou como um Garapiá elevado a outro Garapiá!!! E eu sei o quanto o Garapiá representa para falar isso... I-na-cre-di-tá-vel...
Entra o El Souto com o seu Glocal. Baita sonzera. A chuva pára. Vou buscar a filmadora. O camp é altamente longe do main floor, tipo 1 km de distância. Realmente vou entrar em forma aqui...
Entra depois um dj cabeludão continuando na proggyzera. Perfeito, lindo ver aquelas pessoas em ritmo rebolex como índios, quase nús e todos pintados. A felicidade explodia no ar, quando entra o ...
DJ FORZA !!! Eba... O Tavo fez um set desacreditador. Eu filmei vários momentos de cima do palco, dancei na pista, me acabei. Suas novas músicas são ótimas e as antigas estão com ainda mais punch.
Fiquei com o Tavo, conheci a Cintia, sua namo, e comecei a encontrar a galera: vi a Cacau, as gurias do Rio, Marcela e Tati, a entidade Júlio, que está de moto aqui, o TC, várias pessoas da Trancendence que eu só dei um "oi"... Fiz amizade com a galera do bus também, e toda hora encotrava com um companheiro do perrengue. Vi a Elisa e uma galera de Caxias e fiquei super feliz.
O primeiro dia na pista acabou alí para mim. Depois foi só chillas e camp. Dormi cedo.
Hoje acordei bem cedo, comi sanduba natural com chocolate gelado batido com café, fui no banheiro, e depois pista. Vi toda a galera lá. Na praia encontrei com o Matiello, que resolver vir para cá!
Voltei para o camp, descansei. Sai, nadei no mar, dormi, fui no chillas, vi um super live de uns negões rastafaris, voltei pra pista. Vim pra cá na Lan House... Vou voltar para a pista.
Aqui nada segue o relógio, inclusive, não há relógios. O line tá 2 DJs atrasados, a Bahia não entrou no horário de verão, enfim... o sol e as estrelas regulam o tempo por aqui...
Nunca a falta de pressa baiana fez tanto sentido para mim.
Fui. Amanhã mando as primeiras fotos. A bateria da filmadora está carregando. E daqui a pouco vai ter o Swhe Dagon no Chill Out...
Avisamos aos leitores do MondoVR que acessam esse espaço cibernético na esperança de acompanhar a saga diária da Lhasa Apso paraguaia Chandra Kandi, que a mesma não reside mais na capital porto-alegrense. Atualmente ela atende pelo nome de "Chandra Maria".
Portanto estão suspensos os artigos sobre a referida canina.
Seus coelhinhos estão disponíveis para adoção.

Fazia um tempo que não pegava um livro para devorar. Esses são os primeiros de 2006:
Dinheiro, Trabalho e Espiritualidade (Osho): Primeira vez que leio o Osho. Muita gente já havia me recomendado o cara, e o Osho é fantástico. Ele quebra a mistificação que temos sobre muitos aspectos e sobre muitos "avatares". Fui mais pelo título, mas me deparei com uma obra bem conceitual e abrangente. O Osho me relembrou que o "Mundo da Ilusão" também pertence ao grande todo, porisso não é apenas Ilusão. Está me ajudando a compatibilizar a parte material com a espiritual.
O Egípicio (Mika Waltari): Achei o livro na biblioteca do meu pai (que agora está comigo). Ele ganhou da Sheilah e da Dna Irene, lá do Jardim Luso, de Sampa. Que saudades delas! O livro é um romance passado nos tempos do Egito, um milênio antes da era cristã. Intrigas, paixões, guerras, amor, lutas religiosas e o escambáu! Altamente regressional para mim, já que sou o "Guardião dos Triângulos"....
Ah!!! Eu não consigo mesmo ler um livro de cada vez. Tem que ser dois no mínimo. E combinado com outros afazeres como fazer música, misticismo, escritas e fotografia. Isso explica a foto que ilustra o artigo...
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[clica aí, ô meu... digo... ô tchê...]
Estou de volta aos Pampas... De mala, cuia e... Chandra Kandi!!!
Minha passagem por São Paulo nessa semana foi como tinha que ser, porém bastante apertada na agenda. Muitas coisas que queria ter feito tiveram que ser deixadas para trás... Inclusive ir no Skol Beats... Passei pelo Sambródomo do Anhembi no sábado de manhã, e já haviam pessoas esperando! Inclusive havia uma fila imensa de... seguranças! Pena que não deu para fazer uma foto da cena.
A viagem de volta foi "sussa", com a tradicional dormida em Garopaba e o almoço em Torres. Lú Rosa e Chandra Kandi (sim ela foi resgatada) passaram bem no trajeto, e não enjoaram...
No total, 2.872 kilometros percorridos, e o FiestaPsy se mostrou um ótimo companheiro, e muito econômico por sinal, fazendo uns 15 km/l, mesmo comigo acelerando-o até o talo (120 km/h) e com o ar-condiocionado ligado.
Estou de volta. Tudo novo, e eu também: novinho. Vou além!
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[Clique para o rosa desabrochar]
E o "Resgate de Chandra" foi feito. Não que ela estivesse mal em SP, pelo contrário. Na verdade foi bem isso... "pêlo" contrário...
Chandra Kandi em SP viveu novas experiências: com espaço e quintal para correr, outros cachorros para conviver e com pessoas 24hs na casa à sua disposição, Chandra deve ter se divertido muito.
Sobre o "pêlo" contrário, Chandra foi submetida a uma tosagem tosca. Já eram suas madeixas de "quase" lhasa. Agora tá parecendo mais um pequinês... E apareceram algumas mechas de pelos castanhos no bicho! Será que é a idade chegando!?!?!
Na véspera de seu regresso à SP, eu levei a Chandra ao PetCenter, um shopping center só para animais. Depois de dar uma geral no bicho, com lavagem, tosagem estética e higiênica, patacure (sim, isso existe!) e hidratação, aproveitei e comprei novos acessórios para ela: uma caminha (esfiha) zero kilômetro, nova correntinha, escova de pentear... tudo num novo tom!
Chandra Kandi mudou seus acessórios vermelhos para um tom mais suave, misturando um pouco de branco de paz, e assim chegando no Rosa...
Chandra está feliz na casa nova! Hoje foi dia dela curtir um DVD conosco, deitada aos nossos pés sobre o cobertor, no sofazinho como ela gosta tanto.
Ter uma Rosa no Jardim já é algo abençoado. Mas ter duas, realmente é algo maravilhoso. Bem vinda, Chandra, Rosa Kandi....
Pink it's my new obsession
Pink it's not even a question,
Pink on the lips of your lover, 'cause
Pink is the love you discover
Pink as the bing on your cherry
Pink 'cause you are so very
Pink it's the color of passion
Cause today it just goes with the fashion
Pink it was love at first sight
Pink when I turn out the light, and
Pink gets me high as a kite
And I think everything is going to be all right
No matter what we do tonight
(PINK - AEROSMITH)
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[clique para torcer pelo bicho]
Chandra Kandi, já no início da Copa, declarou por entre seus dentinhos: "Voy a torcer por mi pátria", referindo-se ao Paraguay, já que o bicho é natural da Ciudad Del Este, e sua procedência como Lhasa Apso pura foi colocada sob júdice, haja dado a ausência de seu pedigree.
Porém, perante a vergonhosa campanha do Paraguay na Copa, tendo perdido da Inglaterra e da Suécia, ambos jogos por 1 X 0, fez Chandra rever seus posicionamentos...
Agora com o Paraguay desclassificado, o bicho torce pelo Brasil !!!
Vira casaca! E hoje enfrenta seu dono na torcida contrária, já que Rubis declarou que é Australiano desde criancinha...
Neste sábado abençoado pelo sol e pelo calor, em pleno inverno porto-alegrense os visionários do 11:11 se reuniram em mais uma assembléia cósmica.
Revigorados pelo chimarrão (infusão de mate servida em cuia com água muito quente) e por bergamotas (tangerinas para os cariocas e mexerica para os paulistas), os que atenderam ao chamado trocaram experiências e aproveitaram para ler trechos de livros e artigos sobre assuntos como 2012, o Planeta Terra e sua mudança climática, a fuga das cidades, e é claro, sobre o Onze Onze.
Ao final, mãos dadas ao pôr do sol, numa breve meditação. Todos correm para o centro da roda formando um Grupo Compacto. Energia emanada para Gaia.

O livro do Barreira está em liquidação lá no Submarino...
"A trajetória e as lições de liderança de um dos maiores nomes do esporte, o técnico da seleção brasileira de futebol Carlos Alberto Parreira, estão reunidas neste livro, uma referência para formar equipes vencedoras e manter resultados sempre positivos. Ao longo de sua carreira, Parreira precisou enfrentar as mais adversas situações, quebrou paradigmas e superou obstáculos construindo uma vida profissional que prima pela disciplina e pela obstinação. Lidar com os egos das maiores estrelas do futebol, adaptar-se às diferenças culturais das equipes que liderou no exterior e superar crises financeiras e políticas são apenas alguns exemplos das experiências que viveu e que o consagraram um modelo de superação e liderança."
Vale a pena ir no site do Submarino para ler as resenhas dos leitores...

Neste fim de semana, de sábado para domingo a Celebração Coletiva do Ser da PsyTranceNation vai rolar na festa OUTSIDERS, do núcleo Psyconautas.
E como sempre, os Psyconautas, que não são os Psycobobos, vão fazer A Festa, e também como sempre com o bom e velho espaço Chill Out.
Vai rolar aquela confraternização, com o churrasco já prometido pelo Pierre, e pela Rubisqueira, a nova churrasqueira do Rubis. Se o Seu Adão levar os espetos, o rango tá garantido...
Espero todos vocês lá. Saio direto do Astral de Sábado para Domingo e me toco direto para o baile. Ah! Vou tocar no chill out!!!
Line do Chill Out:
00:00 Lobatoxx (Sol Nascente)Prog Set!
02:00 Simone Sun (Alpha DayLight)
04:00 Ana Herrera (Psyconautas)
06:00 Tielo.con (Sunriver Project)
08:00 Lully (Alpha DayLight)
10:00 Rubino (Mondo VR)
12:00 Gitã (Portal Cósmico)
14:00 Punkah (Pax Force)
16:00 Ishtar Vs Hergotic (PsyPrivate/Apha DayLight)
18:00 Bernardub (Clandestin)Eletro Set!
Maiores informações: PsYRS no oRkUt.
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[tá bom. o dente eu aumentei. mas na cor do bicho eu nao mexi]
Direto do (elegante) bairro dos Moinhos: Chandra Kandi parece ter ser adaptado rapidamente com a sua nova rotina (ainda vegetativa) nos Moinhos.
Em especial os pet-shops! Conseguiram fazer o bicho cheirar bem por mais de 3 dias consecutivos! E o pelo começa a (re)crescer e (re)ficar macio.
A surpresa é que no lugar dos pelos negros e brancos, a coloração agora é um aloirado... Viva, o bicho tá ficando loiro! A Chandra tá Loira ! Mas nada de loira de farmácia!
"Loira de farmácia? Eu? Endoidô, Rubizzz???", exclama Chandra por entre os seus dentinhos salientes, no colo da outra loirinha da casa...

O melhor chocolate da cidade, num ambiente que me lembrou o Pizza Cero, de Punta. E o mais legal é que a Chandra e o Mojico puderam entrar no deck exterior.
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[clique para ver o Guereiro, porque ele por fora é pequeno]
Ontem tivemos um revival dos Encontros Trancendentais na República do Guerreiro.
Com record de público e pizzas (destaque para a pizza de Bis...) o encontro teve a meditação voltada para os animais em extinção... Eu meditei com o Mico Leão Prateado. Sim, prateado, pois o dourado tá bem melhor que os prateado que tão nas úrtimas...
Depois do festerê, a caravana seguiu para o Aeroporto, para uma festa de casquinhas no Mac Donalds.
O Guerreiro embarcou e foi embora.
O MondoVR foi forçado a mudar de provedor.
Como todas as mudanças que ocorrem em nossas vidas, essa mudança se mostrou oportuna, pois várias "pendências" tecnológicas serão corrigidas agora, e novos aprendizados vieram.
De volta, o MondoVR.com !!!
Chandra Kandi, em sua nova fase "rosa", tem conquistado previlégios outrora antes inimagináveis...
E talvez o melhor deles seja dormir na cama do casal, naqueles primeiros dias em que o banho no petshop ainda faz algum efeito.
Perguntada sobre a generosidade do "novo" Rubis, Chandra Kandi respondeu, em meio aos cobertores e edredons: "Rubis, você era muito ruim...".
E Rubis insiste: "E agora Chandrinha, como eu sou?".
"Agora você é ruim..." - responde o bicho Kandi de forma petulante, ao deitar aos pés da Lú...

(fora todas as injeções, pílulas, sondas, desfribiladores e outros, que ela usou na clínica...)
E parece que a aberração genética que se faz passar por um Lhasa Apso, e atende pelo simbólico nome de Chandra Kandi, gosta mesmo de ficar internada na clínica canina do Mundo Animal...
Durante um passeio no Parcão na manhã de ontem, o bicho peludo teve problemas regurgitantes, e teve que ser levada às pressas para o pronto socorro animal.
Depois de passar o dia em observação, o dublê de Lhasa teve alta, com recomendações de tomar remédios, ração especial e tal...
Passear no Parcão na tórrida primavera/verão portoalegrense, com casaco de pele, nunca mais...

E a pedidos, o Mondo Chandra volta ao ar no MondoVR.
A pedidos dela, é claro...

“Quereis ser justos com os animais? Libertai a todos eles do cativeiro, pois vossos escravos têm sido eles há milênios. Tirai todos eles de vossas mesas, de vossas limitadas casas, dos pastos e dos abatedouros, dos zoológicos e das vossas coleções de caça. Devolvei a eles a vida junto à natureza, donde nunca deveriam ter sido roubados. Deixai à própria sorte porque vossos cuidados são egoístas e não têm outro propósito que não o de aliviar vosso espírito da prisão na qual vós tendes levado a vossa vida. Deixai-os à própria sorte, sim, para que possam de novo restabelecer o equilíbrio perdido pois onde a cerca e a ração fez de um par um cento inteiro, não há mais vida, se não uma criação de males que, um dia, muito em breve, conhecereis fora das cocheiras e bem longe dos criadouros, para que possais vos lembrar, dentro da vossa casa e de vosso corpo doente, que o mundo a eles pertencem e não a vós, óh incautos viajantes do espaço."
Moláki
Chandra Kandi diz: Oba! Vou voltar para o Tibet?
Rubis responde: Que Tibet nada, Chandrinha... vou te soltar no Paraguay!
Brincadeiras com a Chandra à parte, essa mensagem é de profundo ensinamento. Choca-me ver animais em cativeiro, e o que são animais de estimação? Sim, damo-lhes amor, mas eles ainda são refens de nossas carências. A beleza de um animal em seu habitat não pode ser superada pelo zelo que tens pelo bicho que habita em seu apartamento.
Isso sem falar no ato de comer carne, mas isso já é assunto para outros artigos que em breve surgirão no Mondo...
E em meio a tanto incenso, finalmente Chandra Kandi despertou para a Luz Maior... Saindo de uma sessão de meditação, a monja tibetana-paraguaia filosofou por entre os seus dentinhos:
"Sou pedra, sou luz e sou cor. Ainda ando por estradas da ilusão. Mas vislumbro o poder que o Lhasa tem. Pois em verdade eu sei e te digo, Rubis: Melhor ter um dente para fora do que todos eles mordendo o seu Ser..".
Aho!, Chandrinha, Aho !!!

Direto e Reto do Regelante Bairro dos Moinhos de Vento (brrrrr): Abatida pela onda de frio que assola a capital gaúcha, a coisa peluda que atende pelo nome de Chandra Rosa Kandi parece inconformada. Perguntada sobre o por quê de tanta tremedeira, Chandra Kandi diz: "Bah, tá trí frio! Deixa eu dormir na sua cama hoje, Rubis? Só hoje?"
Vai tremendo, Chandrinha, vai tremendo... No máximo você vai levar o meu cachecol!
E não é que ela levou?!?!


E chegou o Inverno. Com temperatura de 30 graus...
E nosso dublê de Lhasa, Chandra Rosa Kandi, estreiando a sua linda touquinha de lã, resmungou por entre os seu dentinhos: "Qaraquá, Rubis. Tô com calor... Tira esse negócio da minha cabeça. Não quero ficar marcando touca..."
E não é que a "bola de pelo ambulante" sentiu calor mesmo?!?! A toquinha não ficou cinco minutos na cabeça do bicho.
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